

"Enquanto ainda sou estudante, quero encarar o inglês de verdade no exterior." Foi com esse sentimento que Jessica, aluna de uma escola técnica de idiomas, veio para a ilha de Cebu para um intercâmbio de 4 semanas durante as férias de primavera. Para ela, que estuda inglês e chinês, esse intercâmbio em Cebu era a "última chance" antes de começar a trabalhar.
Na escola de idiomas "3D ACADEMY", escolhida priorizando o custo-benefício, seus dias foram cheios de aulas individuais e de convívio com estudantes de diversas nacionalidades, aproveitando ao máximo tanto os estudos quanto a diversão.
Nesta entrevista, conversamos detalhadamente com Jessica sobre o conteúdo das aulas que ela realmente viveu, episódios com os professores, os melhores pontos de Cebu, os cuidados reais de um intercâmbio e as metas para depois de voltar.
"Não tem problema errar, o importante é tentar falar primeiro. Em 4 semanas em Cebu, perdi a resistência a falar inglês!"
Se você tem algum interesse em fazer intercâmbio em Cebu, ou está procurando uma escola que combine com você, continue lendo até o final.
Pouco antes de se formar na faculdade ou na escola técnica, com o tempo limitado, ela queria se desafiar a fazer "algo que só dá para fazer agora". Foi esse sentimento que levou Jessica a decidir fazer o intercâmbio em Cebu.
"Pensei que essas férias de primavera eram minha 'última chance' para fazer intercâmbio. E, como já tinha o emprego garantido, senti que queria realmente usar o inglês a sério antes de começar a trabalhar."
Jessica estudava em uma escola técnica de idiomas, focada em inglês e chinês. A escola tinha um sistema que permitia obter créditos por meio de intercâmbio, e a "3D ACADEMY" era uma das escolas parceiras. Além disso, ao usar esse programa, mesmo durante as férias de primavera (quando teria aulas normais), a viagem contava como falta justificada, permitindo manter a taxa de frequência — o que, segundo ela, foi um grande atrativo.
"Eu sempre mantive 100% de frequência até então, então queria preservar isso até o fim (risos). Nesse sentido, esse sistema foi uma grande ajuda."
E havia mais um grande motivo para decidir pelo intercâmbio: o "custo-benefício". Como ela precisava arcar com os custos usando o dinheiro economizado de um trabalho de meio período, era necessário escolher uma escola dentro do seu orçamento, mas que também tivesse um alto efeito de aprendizado.
"Entre as 3 escolas recomendadas pela minha instituição, escolhi a 3D ACADEMY, que tinha o melhor custo-benefício e era baseada principalmente em aulas individuais!"
Assim, começaram as 4 semanas de intercâmbio de Jessica em Cebu. Usando ao máximo o tempo limitado, "estudar bastante, se divertir bastante" — o início de dias muito bem aproveitados.
Na 3D ACADEMY, Jessica escolheu o curso ESL padrão. Das 7 aulas diárias, 4 eram individuais e 3 em grupo, com um conteúdo que desenvolve de forma equilibrada fala, escuta, leitura e vocabulário.
"O que mais me marcou foi a aula da professora She, todo dia no primeiro horário da manhã. É um horário em que costumamos ficar com sono, mas, graças ao jeito animado e engraçado dela, o sono ia embora rapidinho (risos)."
Nas aulas individuais, a grande vantagem é poder se dedicar de perto, um a um, com o professor. O fluxo da aula que Jessica fazia seguia, segundo ela, os seguintes passos:
Ver uma foto, imaginar o conteúdo e responder com as próprias palavras Ouvir a leitura em voz alta do professor e depois ler novamente sozinha Aprender palavras e expressões novas que aparecem no texto Responder perguntas para verificar a compreensão do conteúdo
"Não era só seguir o livro didático — o foco era 'falar de qualquer jeito', então, aos poucos, fui perdendo a resistência de usar o inglês."
Jessica já tinha feito um intercâmbio curto na Austrália antes, mas, na época, as aulas eram principalmente em grupo, e ela lembra que "tinha medo de errar e hesitava em falar".
"Mas dessa vez, como é individual, 'não tem para onde fugir' (risos), então acabo tentando falar de qualquer jeito. No começo era desajeitado, mas, repetindo todos os dias, senti que 'falar em inglês' foi se tornando algo natural."
Certo dia, enquanto conversava casualmente com uma colega de quarto taiwanesa no dormitório, ela de repente percebeu "eu já estou falando em inglês naturalmente, sem nem perceber".
"Naquele momento, pensei: 'ah, acho que eu cresci um pouco'. Fiquei muito feliz!"
A evolução da "capacidade de falar", que era um dos objetivos do intercâmbio. Jessica parece ter conquistado, de fato, ao longo das aulas diárias, a certeza de que é possível mudar tanto assim mesmo em um período curto.
No curso ESL da 3D ACADEMY, também há 3 aulas em grupo por dia. Diferente das aulas individuais, aprender junto com colegas de classe traz mais oportunidades de conhecer a forma de falar e pensar de alunos de outros países.
"Para ser sincera, no começo às vezes achava as aulas em grupo mais difíceis... A velocidade para responder rápido às perguntas do professor, e acompanhar as falas dos outros alunos, era desafiador. Mas acho que isso, ao contrário, virou um estímulo."
Nesse contexto, o que Jessica mais gostou foi de uma aula única chamada "Movie Understanding" (compreensão de filmes). Assistindo a filmes, os alunos aprendem as falas, palavras e expressões idiomáticas que aparecem neles — o exemplo perfeito de "inglês por meio do entretenimento".
"Assistir a filmes em inglês sem legenda me deixava insegura no início, mas como usavam filmes conhecidos e cenas famosas, ficava fácil de entender. Era tão divertido que dava vontade de assistir de novo depois da aula, e conseguia fazer a preparação e a revisão de forma natural."
Nessa aula, é possível aprender "inglês vivo" de fato usado, através do conteúdo dos filmes, incluindo expressões casuais e gírias usadas por nativos. É perfeita para ampliar o repertório de expressões do dia a dia.
Também havia momentos para compartilhar opiniões em grupo, o que servia como prática de expressar as próprias ideias em inglês.
"Especialmente ao responder perguntas do tipo 'o que essa fala significa?' ou 'o que esse personagem está sentindo?', senti a dificuldade de explicar 'sentimentos' em inglês, mas aprendi muito com isso!"
A aula de Filme, na qual Jessica sentiu na pele que "aprender com diversão é isso", foi uma das que mais baixou a barreira do aprendizado de inglês para ela.
A vida na 3D ACADEMY era intensa não só nas aulas, mas também depois delas e nos fins de semana! Jessica, com o sentimento de que "a experiência em Cebu é tão importante quanto estudar inglês", visitou diversos lugares com os amigos.
■ Depois das aulas: shopping, café e piscina noturna!
Depois das aulas, para relaxar, ela ia aos shoppings próximos, como o Ayala Mall e o SM Mall. São ótimos pontos para compras, refeições e também para procurar lembrancinhas.
"Ir comer com amigos, relaxar na Starbucks. Mesmo sem ser fim de semana, o tempo depois das aulas era realmente um momento de relaxamento."
Além disso, à noite ela costumava ir bastante a piscinas noturnas. Com iluminação bonita e muitas instalações com hidromassagem, é um ponto popular para curtir um clima de resort.
"Piscina à noite é algo que quase não existe no Japão, então parecia algo exclusivo de Cebu. Ficava linda nas fotos, e postei bastante nas redes sociais (risos)"
O prédio novo da escola também conta com uma sala de estudos completa, com luminária e tomada para carregar aparelhos em todas as mesas. Nos dias com tarefa, ela costumava se concentrar nos estudos ali.
"Como a sala de estudos era silenciosa e confortável, mesmo nos dias com tarefa eu conseguia terminar rapidinho, e à noite podia sair para curtir com os amigos!"
Nos fins de semana, Jessica saía ativamente para passeios de ilha junto com 8 a 10 amigos que também estavam no intercâmbio no mesmo período.
Ilha de Mactan (piscina e café de hotel resort) Ilhas Nalusuan e Pandanon (mar extremamente transparente e mergulho com snorkel) Ilha de Bantayan (ilha remota fotogênica, com opção de pernoite) Oslob (a atividade super popular de nadar com o tubarão-baleia)
"O mar era realmente lindo, e todo fim de semana íamos para algum lugar. Na ilha de Bantayan, fomos e ficamos hospedados — foi tão fora do comum que virou uma das melhores lembranças!"
À noite, iam ao mercado noturno ou a cafés noturnos estilosos, conversando com os amigos, e às vezes até estudando em grupo de 4 pessoas. Parece que ela realmente viveu um "tempo híbrido de estudo e diversão".
"Só na última semana pensei 'nossa, preciso me concentrar!' e foquei nos estudos (risos), mas fora isso, aproveitei tudo ao máximo!"
Pink House Alice Garden
Ambos têm um ambiente agradável e são restaurantes populares, acessíveis a pé.
"Já que vim até Cebu, quero aproveitar tudo — o mar e a comida." Assim, os fins de semana de Jessica, vivendo esse desejo intensamente, também foram repletos de experiências valiosas para além do inglês.
Na verdade, esse intercâmbio em Cebu não foi a primeira experiência de Jessica no exterior. Anteriormente, ela havia feito um intercâmbio de 3 semanas na Austrália através de um programa da sua escola técnica de idiomas. Mas, segundo ela, houve várias diferenças marcantes em relação àquela experiência.
"Na Austrália, eu fazia homestay, e demorava mais de uma hora entre trem e caminhada até a escola. Só o deslocamento já me deixava exausta, e, para ser sincera, quase não sobrava tempo para me divertir..."
Além disso, as aulas na escola de idiomas de lá eram principalmente em grupo, só de manhã ou só à tarde, e o pequeno número de aulas também deixou uma sensação de insatisfação.
"O que aprendi lá foi bom, mas, para ser sincera, senti que gostaria de ter tido mais aulas... E, como eram só aulas em grupo, quase não tinha chance de falar..."
Já neste intercâmbio em Cebu, além de uma grade cheia com 7 aulas por dia, havia 4 aulas individuais, o que trouxe muito "tempo de fala". Além disso, o equilíbrio entre aulas e atividades permitiu conciliar aprendizado e diversão.
"Em Cebu, dá para sair para se divertir logo depois das aulas, e quase não há estresse de deslocamento. E, como é individual, todo dia existe a situação de 'se eu não falar, a aula não avança' (risos). Por isso, o inglês vai saindo naturalmente da boca."
Jessica aprendeu, através da experiência real, que uma escola de idiomas em país de língua nativa nem sempre está diretamente ligada a "melhorar o inglês". Ela disse ter percebido, mais uma vez, o quanto o intercâmbio nas Filipinas tem um ótimo custo-benefício e eficiência.
"No intercâmbio anterior, eu tinha escolhido meio que só pelo motivo de 'ser um país de língua nativa', mas dessa vez, em Cebu, poder focar em 'o quanto eu mesma falo' foi realmente muito bom."
Não basta "apenas estar em um ambiente de inglês" — é necessário "realmente falar e usar" o idioma para desenvolver a capacidade linguística. As duas experiências de intercâmbio de Jessica nos ensinam essa importância.
"Um dia quero fazer intercâmbio, mas sinto uma certa ansiedade..." Para quem carrega esse sentimento, ouvimos conselhos bem reais e detalhados de Jessica.
"Na verdade, eu também estava cheia de ansiedade no começo. Principalmente porque, dessa vez, eu estava fazendo o intercâmbio sozinha, então tinha muito a sensação de 'será que vou conseguir me virar?'... Mas, ao chegar de fato, encontrei muitos colegas em situação parecida, e logo me senti à vontade!"
Jessica também já tinha experiência de intercâmbio acompanhada de amigos, mas conta que, indo sozinha como dessa vez, teve uma oportunidade de crescimento diferente.
"Vindo sozinha, há muitas situações em que preciso decidir e agir por conta própria, e isso me deu muita confiança!"
Incluindo até imprevistos que aconteceram durante o intercâmbio, ela tem alguns itens que pensou "ainda bem que trouxe!".
Dicionário eletrônico e relógio de pulso → foram essenciais depois que perdi o celular! Remédio para o intestino, protetor solar e repelente de insetos → como há muitas atividades na praia e ao ar livre, cuidar da saúde é importante Bolsa pequena tipo shoulder bag ou pochete de cintura → prática para carregar objetos de valor, e também ajuda contra furtos
O episódio que mais marcou foi o da perda do celular.
"Esqueci o celular no táxi e, no fim, nunca mais o encontrei... Foi um choque enorme. Mas, depois disso, consegui me virar com o dicionário eletrônico e o relógio de pulso, e fiquei muito grata por ter trazido esses itens."
■ Qual era a "atitude" que ela mantinha durante o intercâmbio?
O que Jessica mantinha em mente durante o intercâmbio era "se divertir de qualquer jeito" e "não ter medo das palavras". Mesmo sem um inglês perfeito, se você se esforça para se comunicar com suas próprias palavras, o outro escuta de verdade. Ela sentia isso todos os dias.
"No começo, eu pensava 'que vergonha se eu errar...'. Mas, como nas aulas individuais é preciso falar para a aula avançar, e os professores me apoiavam com muito carinho, consegui mudar minha mentalidade para 'tudo bem errar'."
E, acima de tudo, o calor humano de Cebu, o suporte da escola e a presença dos amigos que estudavam junto se tornaram um grande apoio para Jessica.
"Acho que a ansiedade nunca chega a zero. Mas realmente senti na pele que dar um passo à frente muda o mundo!"
Jessica vai dar um novo passo como profissional a partir da primavera. Ela conta que a experiência ganha neste intercâmbio em Cebu vai influenciar não só sua capacidade linguística, mas também muito sua carreira futura.
"Vou trabalhar como assistente administrativa de vendas, em uma empresa que faz negócios com o exterior. Como alguns clientes são de países de língua inglesa, quero me tornar alguém capaz de dar suporte usando o inglês."
Somando o aprendizado da escola técnica de idiomas com a capacidade prática de inglês desenvolvida em Cebu, seu objetivo atual é usar isso para "se tornar alguém capaz de apoiar outras pessoas".
"Eu sempre fui o tipo de pessoa que gosta de apoiar os outros nos bastidores. Por isso, quero continuar desenvolvendo essa 'capacidade de apoiar em inglês' também no futuro."
Jessica pretende continuar estudando inglês mesmo depois de começar a trabalhar. O que ela mais tem em mente são expressões em inglês mais formais e inglês de negócios.
"Já me acostumei com conversas do dia a dia, mas sinto que ainda tenho muito a melhorar no inglês usado em situações formais, então pretendo continuar praticando um pouco todo dia, mesmo depois de começar a trabalhar."
Ela também quer aumentar sua pontuação no TOEIC e, no futuro, conseguir lidar com fluidez com e-mails comerciais e atendimento telefônico em inglês.
Além da carreira, Jessica também tem um forte desejo de aproveitar o inglês na vida pessoal. Seu próximo objetivo é voltar à Austrália como turista. E também gostaria de fazer uma longa viagem pela Europa, lugar onde ainda não foi.
"Com esse intercâmbio em Cebu, pude reconfirmar que 'o exterior é realmente divertido', então quero continuar sendo alguém que consegue viajar para fora com mais leveza."
"Antes de ir para o intercâmbio, para ser sincera, eu estava muito ansiosa. Mas, ao me jogar de verdade na experiência, percebi que boa parte das coisas que me davam medo eram do tipo 'se eu tentar, dá certo'."
"Não tem problema errar, não tem problema não saber falar. Ao dar um passo à frente, algo com certeza vai mudar! Se você está em dúvida, tenha a coragem de ir mesmo assim."
Capacidade linguística, experiência intercultural, encontros com amigos inesquecíveis. Mesmo em apenas 4 semanas, o intercâmbio de Jessica, que trouxe grandes mudanças e confiança, dá uma grande dica e coragem para todos que querem se desafiar naquilo que "só dá para fazer agora".
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