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Experiência de Intercâmbio|Desenvolvendo a força para se virar sozinha no exterior|Os desafios e o crescimento de Ayami em três países: Malta, Austrália e Filipinas

22 de dezembro de 2016 Equipe de Marketing da 3D ACADEMY

Experiência de Intercâmbio|Desenvolvendo a força para se virar sozinha no exterior|Os desafios e o crescimento de Ayami em três países: Malta, Austrália e Filipinas
Intro

Introdução

Olá, somos a equipe da 3D ACADEMY. Hoje apresentamos a história de intercâmbio de Ayami, que já acumulou experiências no exterior em três países — Malta, Austrália e Filipinas — e continua se esforçando rumo ao seu sonho até hoje.

O ponto de partida do seu intercâmbio foi um curso curto de idiomas em Malta, há dois anos. A partir daí, buscando possibilidades futuras, ela se desafiou com um working holiday na Austrália. Mas, no local, o trabalho acabou se tornando o foco principal, e ela sentiu que "para desenvolver a capacidade em inglês de verdade, é necessário estudar".

E foi assim que ela chegou ao intercâmbio de aulas individuais na 3D ACADEMY, na ilha de Cebu.

"Quero desenvolver, de verdade, um inglês que realmente funcione ao falar. Quero trabalhar no exterior com confiança."

Com esse sentimento no coração, Ayami começou seu novo desafio em Cebu.

Neste relato, vamos explorar com cuidado a vida real que ela viveu nesses três países, e as percepções, aprendizados e mudanças que ganhou com isso. Para você que tem o sonho de "conseguir falar inglês" ou "trabalhar no exterior", esta é uma história que traz dicas e coragem.

Capítulo 1

A primeira experiência no exterior: a "amplitude do mundo" e a "própria pequenez" sentidas em Malta

Há dois anos, Ayami segurou seu passaporte pela primeira vez e visitou a pequena ilha europeia da República de Malta.

Na época, ela não tinha confiança nem no inglês nem no exterior, e o que a impulsionava era apenas o sentimento de "quero ir uma vez, de qualquer jeito".

"'O que significa viver usando o inglês?' — isso sempre estava na minha cabeça. Mas, ficando no Japão, nada começava, então eu queria de qualquer forma me jogar."

Em Malta, ela conta que recebeu mais estímulos das interações com os locais e das conversas com colegas de classe do que das próprias aulas na escola de idiomas.

O que mais a marcou foi a capacidade em inglês e a "proatividade" dos estudantes europeus.

"Quando tinham dúvida, levantavam a mão sem hesitar, e era normal expressar a opinião diretamente ao professor. Eu, tentando falar um inglês correto demais, mal conseguia dizer nada... Percebi que a personalidade discreta japonesa estava mesmo bem enraizada em mim."

Mesmo em uma estadia curta, o intercâmbio em Malta se tornou, para ela, uma experiência como um ponto de partida, trazendo a percepção de que "para viver no exterior, é necessário 'capacidade linguística + a força de se expressar'".

Capítulo 2

Em busca de um sonho na Austrália | O working holiday em Sydney e a barreira do inglês

Depois de terminar o intercâmbio curto em Malta, nasceu em Ayami o desejo de "ficar mais tempo no exterior e testar minhas próprias possibilidades".

Desenvolver a capacidade em inglês. Trabalhar em meio a uma cultura diferente. E deixar um pouco mais claro o contorno ainda vago do sonho futuro de "quero fazer algo".

Foi com esse sentimento que ela escolheu, em seguida, o working holiday em Sydney, na Austrália.

"Antes de ir, para ser sincera, eu ainda não tinha decidido 'o que eu queria fazer'. Mas o desejo de 'aproximar minha vida do exterior' era forte. Na Austrália, o visto é mais fácil de conseguir, o clima é quente, e o atrativo era poder viver trabalhando ao mesmo tempo."

Canadá ou Austrália — o "país alegre" escolhido em meio à dúvida

Quando começou a pensar no working holiday, os candidatos eram Canadá e Austrália. Ambos tinham seu charme, mas, no fim, ela escolheu a Austrália pelo "clima" e pelo "jeito das pessoas".

"O Canadá é super popular, mas eu não sou boa com frio... (risos) Na Austrália, o segundo visto é mais fácil de conseguir, e ouvi que muita gente vem da Europa também, o que me atraiu por causa do ambiente internacional."

Em Sydney, ela primeiro frequentou uma escola de idiomas por 2 meses, e depois começou a viver trabalhando como garçonete em um restaurante japonês local.

A "vida real no exterior" ganha através do trabalho, e a diferença que sentiu

O trabalho como garçonete era mais corrido do que ela imaginava, e o atendimento em um ambiente ainda não familiar trazia tensão diária.

"Entender em inglês o que me diziam e agir corretamente. Só isso já era o máximo que eu conseguia, e no início minha cabeça funcionava a toda velocidade o tempo todo."

Mas, mesmo desenvolvendo aos poucos a "força de viver no exterior" através do trabalho, ela conta que não sentia muito a sensação real de "conseguir falar inglês".

"Nas conversas com clientes, eu praticamente só usava expressões fixas, e entre a equipe também costumávamos falar na própria língua nativa. Parecia que eu estava usando inglês, mas na verdade não estava."

Além disso, havia menos clientes australianos do que ela imaginava, o que também foi um pouco decepcionante do ponto de vista do aprendizado de inglês.

"Tinha muitos clientes chineses, depois coreanos e japoneses. Australianos quase não vinham."

Os 4 meses em que o desejo de "melhorar o inglês" ressurgiu

A escola de idiomas terminou em 2 meses, e depois disso sua vida girava inteiramente em torno do trabalho. O working holiday na Austrália foi intenso, mas o desejo de "quero estudar inglês de verdade, a sério" foi crescendo dia após dia.

"Trabalhando, foi se acumulando a frustração de 'tenho mais coisas para dizer, mas não consigo' ou 'não consigo explicar direito'... Percebi que o inglês realmente 'só se desenvolve estudando a sério'."

Em especial, o senso de urgência em relação ao speaking cresceu tanto que se tornou o motivo pelo qual ela começou a procurar o próximo destino de intercâmbio: a 3D ACADEMY, nas Filipinas.

E, então, para a ilha de Cebu. "Quero me tornar alguém que fala com confiança"

Justamente por ter vivenciado na pele a dificuldade de trabalhar usando inglês, Ayami queria focar, no próximo intercâmbio, em "conseguir falar".

"Na Austrália, senti muito a 'necessidade' do inglês, mas não conseguia sentir 'crescimento'. Por isso, da próxima vez, eu queria de verdade uma 'sensação real de evolução'."

Ao consultar uma agência, dizendo que queria "uma escola com muitas aulas individuais, custo acessível e clima internacional", a primeira que lhe recomendaram foi a 3D ACADEMY.

"Na verdade, uma amiga já tinha ido para a 3D antes. Ela disse que foi muito divertido, então pensei 'ah, talvez seja aqui'."

Capítulo 3

"Quero conseguir falar" | O desafio na ilha de Cebu, na 3D ACADEMY

A partir da experiência do working holiday, o desejo de Ayami de "estudar inglês a sério" ficou ainda mais forte. Entre várias escolas de idiomas, a que ela escolheu foi a 3D ACADEMY, na ilha de Cebu, Filipinas.

"O custo é acessível, o foco é em aulas individuais, e dá para aprender de forma concentrada mesmo em pouco tempo. E, como tinha a recomendação de uma amiga, consegui decidir com tranquilidade."

No momento em que pisou no aeroporto, com o céu azul intenso e a paisagem da cidade com um clima meio nostálgico, Ayami conta que se sentiu um pouco aliviada.

Sua primeira vida nas Filipinas: "É quente, mas de alguma forma traz calma"

Para Ayami, que já tinha experiência de intercâmbio e estadia na Europa e na Oceania, as Filipinas eram um país completamente novo.

"No início eu também tinha receio de 'será que vou conseguir viver bem aqui'. Mas, ao chegar, as pessoas da cidade eram muito acolhedoras, e de alguma forma logo me senti integrada."

Ao entrar em contato com a "leveza" característica das Filipinas, e a simplicidade das crianças que acenavam sorrindo na rua, ela sentiu que "nesse tipo de ambiente, talvez eu consiga me expressar ainda mais".

Todas as aulas da 3D são "um a um" | Mais do que vergonha, concentração e segurança

A maior característica da 3D ACADEMY é, sem dúvida, a grande quantidade de aulas individuais. Ayami diz ter se sentido muito atraída por esse formato.

"Em grupo, você precisa esperar sua vez de falar, e fica preocupada com 'e se eu errar', mas, em aulas individuais, como é 'um tempo só para mim', foi mais fácil me concentrar."

Nas aulas reais, com foco em speaking, ela também estudava de forma abrangente vocabulário, expressões idiomáticas, gramática e conversação do dia a dia. Passando mais de 7 horas por dia dedicada de perto ao professor, as mudanças foram aparecendo aos poucos.

Às vezes, o "bate-papo" com o professor se torna o maior aprendizado

O que Ayami achou interessante foi o "desvio natural de assunto" que acontecia durante a aula.

"Na aula de início de semana, quando falávamos 'o que você fez no fim de semana?', a conversa ia esquentando cada vez mais, e, sem perceber, a aula terminava sendo toda conversa livre (risos)"

Mas justamente esse "bate-papo" era uma ótima oportunidade para treinar a capacidade em inglês. Uma troca real de inglês que não está nos livros didáticos. Ouvir na hora uma palavra desconhecida ou uma expressão nunca usada, e tentar imitar imediatamente.

"Percebi que aprender enquanto conversa realmente fixa muito!"

O momento em que ela sentiu de verdade que "consegui falar"

Algumas semanas depois de começar sua vida de intercâmbio na 3D. Ayami, que estava tensa no início, foi mostrando aos poucos "sinais de mudança".

"Conversando com o professor, teve um momento em que pensei 'ei, eu consegui dizer isso sem travar!'. Antes, mesmo tendo algo a dizer, eu demorava para encontrar as palavras, mas ultimamente elas saem naturalmente."

Além disso, o resultado do teste de nível subiu 70 pontos. Isso, mais do que apenas um número, se conectou a uma sensação real e certa de que "o que venho fazendo está se acumulando dentro de mim".

Estudar inglês passou a ser algo "divertido"

Para Ayami, as aulas na 3D não eram uma "obrigação", mas um tempo conectado à "sensação de plenitude do dia a dia".

"Os professores eram muito animados, e foi ótimo poder estudar rindo junto com eles. Acho que um ambiente onde se aprende de forma tão positiva assim é difícil de encontrar no Japão."

Depois das aulas da manhã, ela ia à academia ou assistia a filmes, criando naturalmente o hábito de continuar aprendendo por conta própria. Nasceu, assim, a sensação de que a vida inteira estava conectada ao inglês.

Capítulo 4

O crescimento e as mudanças na capacidade em inglês | Nas aulas, nos filmes, na academia e no dia a dia

Um tempo depois de começar sua vida de intercâmbio na ilha de Cebu, o "inglês" já estava naturalmente incorporado ao estilo de vida de Ayami. Não só as aulas, mas assistir a filmes, treinar na academia, conversar com o professor, fazer compras, viajar — tudo isso se tornou um "campo de prática" para elevar sua capacidade linguística.

"Sem perceber, a própria vida virou um 'treino de contato com o inglês'. Todo dia, em algum momento, havia uma 'oportunidade de usar o inglês', e ele foi evoluindo naturalmente."

Dias em que o filme se torna professor | O "hábito de input" em Cebu

Para melhorar ainda mais sua capacidade de listening e vocabulário, Ayami incorporou ativamente o hábito de assistir a filmes. Foi um hábito que começou por recomendação do professor, mas ela logo sentiu seu efeito.

"Eu ia ao cinema perto da escola umas 3 vezes por semana. É barato, tem pouca gente, e dá para assistir com legenda em inglês, o que era ótimo."

O inglês vivo usado nos filmes é um tesouro de "expressões reais" que não se encontram nos livros didáticos. De fato, ela teve a experiência de, durante a aula, ouvir novamente uma frase que tinha visto em um filme no dia anterior.

"No momento em que penso 'ah, essa expressão eu ouvi ontem!', o inglês vai se conectando. Achei ótimo poder memorizar não pela cabeça, mas pela sensação."

Ir à academia também é estudo de inglês? Oportunidades de conversa em qualquer lugar

Ayami também frequentava, 3 vezes por semana, a academia do JY Mall, perto da escola. Movimentar o corpo, além de aliviar o estresse e manter a saúde, também se tornou uma nova situação de uso do inglês.

"Mesmo uma conversa rápida com o atendente da academia, ou quando alguém me explicava como usar um aparelho, tudo era em inglês. Como eu conseguia lembrar e usar de fato as expressões que tinha aprendido, virou uma ótima revisão."

"Falar inglês" se incorporando à rotina diária

A chave do sucesso no intercâmbio de idiomas está em "como você passa o tempo fora das aulas".

Ayami se dedicava conscientemente a "usar no mesmo dia" as expressões que aprendia na aula. Conversas extras com o professor, conversas em inglês com a colega de quarto, interações com a equipe da escola — tudo era um campo de prática.

"Decido 'hoje vou usar essa palavra', e, quando consigo usar de fato, fico muito feliz. A taxa de fixação é completamente diferente."

Uma mudança que foi aparecendo aos poucos | Começando a "pensar em inglês"

Cerca de um mês e meio depois de chegar a Cebu, Ayami percebeu que "uma certa mudança" estava acontecendo dentro dela.

"Até na hora de fazer anotações, comecei a escrever mais em inglês do que em japonês. Achei que 'pensar em inglês' talvez seja isso."

Antes, ela não conseguia anotar rapidamente uma palavra dita pelo professor, ou o significado ficava vago, mas hoje ela já consegue escrever com fluidez.

Descobriu que aprender não é sinônimo de sofrer

Por fim, a maior percepção que Ayami ganhou na 3D foi que "aprender inglês não é só sofrimento e esforço".

"Na 3D, 'aprender com diversão' realmente acontece de verdade. Enquanto rio e converso com um professor com quem tenho afinidade, tive várias vezes a sensação de 'ei, estou conseguindo falar melhor do que há pouco'."

Capítulo 5

Aventuras e percepções de fim de semana | A paisagem deslumbrante de Boracay e as crianças de rua

Durante a semana, ela se concentrava em aulas individuais bem preenchidas, dedicando-se ao estudo de inglês. Nesse contexto, os fins de semana eram, para Ayami, um tempo importante de recarga.

Os prazeres de fim de semana eram "compras" e "pequenas viagens"

Em Cebu, há grandes shoppings espalhados, como o SM Mall e o Ayala Mall, e Ayami também costumava sair para compras com amigos.

Além disso, ela usava os fins de semana para viajar até Oslob e Boracay.

"Em Oslob, tive a experiência rara de nadar com o tubarão-baleia, e me emocionei. Pensei genuinamente: a natureza é incrível!"

Para o paraíso filipino, Boracay | Uma lembrança inesquecível de aniversário

O que mais ficou marcado foi o aniversário que passou na ilha de Boracay. Areia branquíssima, mar cristalino, um pôr do sol de tirar o fôlego — era, de fato, um "paraíso saído de um quadro".

"Era tão bonito que eu pensava 'será que um lugar assim existe de verdade'. E, além disso, os locais celebraram junto comigo... quase chorei com tanto carinho."

Choque e percepção | O encontro com crianças de rua

Por outro lado, houve também um episódio chocante durante sua estadia nas Filipinas. Foi a presença de muitas crianças de rua que ela viu na cidade de Boracay.

"No início fiquei surpresa, pensando 'por que tem tantas assim...'. Mas, quando cruzei o olhar com uma delas e ela sorriu para mim, pensei 'ah, talvez eu, que estou achando isso uma pena, seja um pouco arrogante'."

"Na próxima vez que eu vier para Cebu, estou pensando em voltar como voluntária."

Aprender inglês também é encontrar o "próprio eixo"

Os dias na 3D não se limitaram apenas à aquisição do idioma, influenciando também a própria "forma de viver" e os "valores" de Ayami.

"Percebi que o inglês é um 'meio'. Só depois de conseguir falar, senti que finalmente consegui pensar sobre 'o que eu quero fazer' de fato."

Capítulo 6

O que é aprender inglês | O que ela recebeu dos professores filipinos

Na vida de intercâmbio na 3D ACADEMY, uma das coisas que mais marcou Ayami foi a relação com os professores filipinos.

Um "inglês fácil de entender" que faz a confiança crescer

"A pronúncia é clara e a velocidade não é rápida demais. Por isso, mesmo iniciantes conseguem ouvir com tranquilidade, e isso se conecta à confiança de 'ei, acho que estou entendendo'."

"Aprender com diversão" como algo natural

"Não é só ensinar — eles 'riem junto' e 'trazem um pouco de conversa casual para relaxar', e esse cuidado me deixava muito feliz."

A "capacidade de diálogo" de entender e se adaptar à personalidade do aluno

"Nos dias em que eu estava um pouco cansada ou com o ânimo baixo, eles percebiam na hora e perguntavam 'vamos fazer algo mais leve hoje?'."

"Ter vontade de conversar com o professor" = "ter vontade de usar o inglês"

"Só de pensar 'hoje a aula é com o professor tal', já fico um pouco animada. Aprender inglês foi deixando de ser uma 'obrigação' e virando um 'prazer'."

Mas também surgiu a ansiedade de "me acostumar demais" com o inglês filipino...

"O inglês dos professores é muito fácil de entender, mas tenho um pouco de receio de que, ao voltar para a Austrália, eu não consiga mais entender o inglês nativo direito."

"Justamente por isso, acho que a ordem de 'firmar a base nas Filipinas, e desenvolver a prática na Austrália' é a mais adequada para mim."

O valor da "conexão humana" encontrada através do inglês

"Mesmo com nacionalidades e culturas diferentes, conseguir conversar apenas com o sentimento de 'quero me comunicar' — talvez esse tenha sido o maior ganho para mim."

Capítulo 7

Visão de futuro | "Quero abrir um café na Austrália"

Quando os dias na 3D ACADEMY se aproximavam do fim, um "sonho" claro nasceu dentro de Ayami. Era a visão de "quero abrir meu próprio café na Austrália".

"No início, era só um sentimento vago de 'quero tentar algo no exterior', mas hoje já consigo pensar 'quero criar meu próprio espaço, um lugar onde as pessoas possam se conectar'."

O ideal é um "café onde estudantes de intercâmbio possam se reunir"

"Gostaria que existisse um lugar onde pessoas que, como eu naquela época, pensam 'ainda não tenho confiança, mas quero me esforçar', pudessem passar um tempo, dar uma pausa e conversar com alguém."

Ela quer que o café seja um lugar que conecte "inglês e sonhos"

"Quero transmitir para mais pessoas a sensação real de que o mundo se abre tanto assim quando conseguimos falar inglês. Ficaria feliz se meu próprio café pudesse ser essa 'porta de entrada'."

Justamente por estar "no meio do sonho", ela acumula o que pode fazer agora

"Tanto o inglês quanto o conhecimento de negócios ainda estão por vir. Mas hoje já consigo pensar não em 'de qualquer jeito é impossível', mas em 'como posso fazer para conseguir'."

Capítulo 8

Uma mensagem para quem vem depois | O que ela quer dizer para você que está em dúvida

"Quero conseguir falar inglês, mas tenho ansiedade", "tenho interesse no exterior, mas não consigo agir", "quero fazer intercâmbio, mas não sei se consigo" —

Para quem carrega esse tipo de sentimento, Ayami fala assim:

"É natural ter ansiedade. Eu também sempre pensei 'será que alguém como eu vai conseguir se virar no exterior'. Mas, ao agir de fato, o mundo foi mais gentil do que eu imaginava, e havia oportunidades reais."

Intercâmbio não é um lugar para criar um "eu perfeito", mas para encontrar um "eu capaz de se desafiar"

"Teve dias em que eu não conseguia dizer o que queria, e dias em que eu matava a tarefa. Mas, mesmo assim, é importante sentir, aos poucos, 'estou conseguindo mais do que antes'."

O objetivo do intercâmbio não é só o "inglês"

"No processo de aprender inglês, passei a pensar sobre 'o que eu gosto' e 'como quero viver'. Ao entrar em contato com o clima do exterior, senti que meu próprio mundo se ampliou de uma vez."

Quero que o intercâmbio seja uma "linha de partida"

"Não deixe o fato de não saber inglês ser o motivo para não ir. Ao ir, você vai conseguir. O importante é 'tentar ir' do jeito que você é agora. É daí que tudo começa."

Posfácio | Justamente por estar "no meio do caminho", existe espaço para crescer

Através da experiência no exterior em três países, Ayami repensou não só o inglês, mas também a própria "forma de ser".

A "amplitude do mundo" que ela descobriu pela primeira vez em Malta, a "barreira do inglês e a realidade" que sentiu na Austrália, e a "alegria de aprender e o nascimento da confiança" que encontrou na ilha de Cebu —

Tudo isso se conectou em uma única linha dentro dela, impulsionando o sonho de "abrir um café na Austrália".

"Ainda estou no meio do caminho. Mas com certeza mudei. Como tenho essa sensação real, quero continuar me desafiando daqui para frente."

O intercâmbio na 3D ACADEMY não foi, para ela, uma "chegada", mas um "começo".

Ayami, muito obrigada por compartilhar essa experiência maravilhosa. Toda a nossa equipe está torcendo de coração pelo seu futuro!

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