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Para realizar, no futuro, o sonho de um café × roupas de brechó|A experiência de intercâmbio de inglês na Ilha de Cebu contada pela universitária Natsu

17 de outubro de 2017 Namu

Para realizar, no futuro, o sonho de um café × roupas de brechó|A experiência de intercâmbio de inglês na Ilha de Cebu contada pela universitária Natsu
Capítulo 1

O motivo de aprender inglês é "para realizar um sonho" | O que levou Natsu a decidir o intercâmbio

"No futuro, quero abrir uma loja que combine minha paixão por café e roupas usadas (brechó)." O que ela sentiu ser necessário para realizar esse sonho foi a "capacidade em inglês".

Atualmente, Natsu está no segundo ano do curso de Literatura Anglo-Americana em uma universidade da região de Kansai. Na faculdade, ela lê obras literárias em inglês e escreve críticas sobre elas também em inglês, tendo contato diário com um inglês mais acadêmico. Mas, segundo ela, o aprendizado apenas em sala de aula deixava a desejar. "Pensando em comprar roupas no exterior no futuro, ou em atender clientes estrangeiros, senti que precisava de um inglês mais 'falado'."

O ponto de partida do seu interesse por inglês foi a viagem de estudos do segundo ano do ensino médio. Em uma viagem de 3 noites e 5 dias para Cingapura e Malásia, além do turismo, ela teve a oportunidade de interagir com estudantes locais do ensino médio. A experiência de se comunicar em inglês com pessoas de outra cultura ficou marcada intensamente na memória de Natsu.

"Foi aí que senti, pela primeira vez, que 'seria bem mais divertido se eu conseguisse usar o inglês'. Quando as palavras se comunicam, a cultura e a personalidade das pessoas ficam muito mais próximas. Depois de voltar, naturalmente comecei a encarar as aulas de inglês de forma mais positiva."

Na faculdade, ela também participa de um clube de moda, fazendo fotos estilo "snap" e criando panfletos que aproveitam seu próprio estilo, e foi assim que cresceu o desejo de transformar o que ela gosta em trabalho.

"Quero trabalhar cercada do que eu gosto. Então, decidi que vou ter minha própria loja. E, para isso, preciso da capacidade de me conectar com o exterior — ou seja, do inglês."

Pensando assim, Natsu economizou dinheiro trabalhando meio período e decidiu se desafiar com um intercâmbio de inglês, aproveitando as férias longas. Esse intercâmbio de idiomas na ilha de Cebu foi seu primeiro "passo sério" de investimento no próprio futuro.

Capítulo 2

Realizando o intercâmbio com recursos próprios | Os 3 motivos para escolher a 3D ACADEMY

Querer desenvolver o inglês em direção a um sonho — mesmo com essa vontade, talvez o maior obstáculo para um universitário seja o "custo". Para Natsu também, "não pesar demais no orçamento" era uma condição importante na escolha do destino de intercâmbio.

Primeiro, ela foi conversar no centro de intercâmbio internacional da faculdade. Lá, era possível consultar arquivos com depoimentos de ex-alunos de intercâmbio, e muitos casos eram de destinos "clássicos" de língua inglesa, como Estados Unidos e Austrália. Mas o que chamou sua atenção foi o fato de que, em alguns casos, o custo de um mês ultrapassava 1 milhão de ienes.

"Ouvi de uma veterana que foi para os Estados Unidos que ela gastou cerca de 1,5 milhão de ienes por mês, incluindo hospedagem. Como eu queria ir usando o dinheiro que eu mesma economizasse trabalhando meio período, senti que aquilo não era realista para mim."

Foi então que ela voltou sua atenção para o intercâmbio nas Filipinas. Sendo também um país de língua inglesa, o custo era de um terço a metade do valor. Além disso, o fato de as aulas serem baseadas em atendimento individual também era um grande atrativo em termos de ambiente de aprendizado.

Foi nesse momento que uma amiga lhe apresentou a 3D ACADEMY. Por coincidência, a veterana dessa amiga havia se formado justamente na 3D ACADEMY. Ao ouvir dela avaliações reais como "a localização é boa e é fácil de viver ali" e "o custo-benefício é realmente ótimo", o interesse de Natsu cresceu rapidamente.

No fim, os motivos pelos quais Natsu escolheu a 3D ACADEMY foram, principalmente, estes 3:

1. Custo-benefício viável mesmo pagando com recursos próprios

Com uma fração do custo dos Estados Unidos ou Canadá, era possível ter aulas baseadas principalmente em atendimento individual. Ela se sentiu atraída pela estrutura que permite sentir resultados mesmo em uma estadia curta de um mês.

2. Sistema de suporte e ambiente de dormitório que trazem segurança até para iniciantes

Para Natsu, que não era especialmente boa em inglês, "saber se o ambiente também combinava comigo" era importante. Com o conselho da ex-aluna e ao ouvir que "os professores são gentis e atenciosos" e que "dá para viver com tranquilidade também no dia a dia", sua ansiedade diminuiu.

3. Alta conveniência no dia a dia e boa localização

A informação de que "há um supermercado bem embaixo da escola" foi um grande fator de tranquilidade para sua primeira estadia longa. Ao chegar de fato ao local, ela sentiu que "a vida cotidiana era muito tranquila, sem precisar de nenhum preparo especial".

"Para conseguir falar inglês, é preciso ter um 'lugar para falar'. Mas, mesmo estando no Japão, esse tipo de ambiente é difícil de encontrar. Por isso, mesmo que fosse por pouco tempo, eu queria ir a um lugar onde pudesse viver imersa no inglês."

Assim, entre as várias opções, Natsu reavaliou o equilíbrio entre seu sonho e a realidade, e decidiu pelo intercâmbio na 3D ACADEMY, que reunia os três pontos: custo, ambiente de aprendizado e segurança.

Capítulo 3

4 semanas imersa em inglês | Aprendizado e crescimento no curso ESL

Natsu escolheu o curso ESL. Esse curso, que permite aprender inglês geral de forma abrangente, atende desde iniciantes até alunos de nível intermediário, sendo perfeito para quem quer "conseguir falar inglês".

Seu período de intercâmbio foi de 4 semanas. Um período relativamente curto para um primeiro intercâmbio de idiomas, mas, mesmo assim, foi um tempo intenso, repleto de aprendizados e percepções para Natsu.

"Para ser sincera, um mês não foi suficiente"

Foi essa a primeira frase que Natsu disse logo no início da entrevista. "Passou muito rápido mesmo. Bem na hora em que eu sentia que finalmente estava me acostumando com o inglês, já estava chegando perto da data de voltar. Se pudesse, gostaria de ter ficado 2, 3 meses."

Mesmo assim, ela diz que sentiu um resultado real em 4 semanas.

De "as palavras não saem" para "as palavras saem"

Natsu já tinha certa prática de escrita (writing) na faculdade, mas quase nenhuma experiência em speaking. No Japão, não havia oportunidade de falar inglês, então, na hora de tentar falar de verdade, mesmo palavras que ela sabia simplesmente não saíam.

"Na primeira aula, fiquei chocada por não conseguir dizer nem palavras simples como 'apple' ou 'play'. Mas, através das aulas, acho que fui me acostumando a 'colocar em palavras'. Hoje, já consigo falar naturalmente uma conversa simples e minhas próprias ideias."

O foco da aula é "falar"

No curso ESL, há até 4 aulas individuais por dia, combinadas com 2 a 3 aulas em grupo.

Como o objetivo prioritário de Natsu era "desenvolver a capacidade de speaking", ela dedicou a maior parte das aulas individuais à fala. Além disso, escolheu aulas de vocabulário e expressões idiomáticas, se dedicando também a "ampliar o repertório de expressões para se comunicar".

Também fez aulas de filme, pronúncia e para iniciantes

Nas aulas em grupo, além da "aula para iniciantes em inglês" adequada ao seu nível, ela se desafiou também com a "aula de correção de pronúncia" e a "aula usando filmes", entre outras áreas de interesse.

"Na aula de filme, absorvi naturalmente o ritmo do inglês e expressões usadas por nativos. A correção de pronúncia também foi ótima, porque passei a conseguir prestar atenção nisso mesmo nas conversas do dia a dia."

"Mesmo em 4 semanas, senti uma mudança real dentro de mim"

Mesmo em um tempo limitado, conseguir treinar intensamente a "capacidade de falar" foi o grande ponto que impulsionou o crescimento de Natsu.

"Conseguir falar leva tempo. Mas ter conseguido a mentalidade de que 'tudo bem falar', 'tudo bem errar' foi algo enorme. Só ficando no Japão, esse tipo de ambiente não se consegue."

O mês em Cebu não foi apenas um estudo de inglês comum, mas um tempo de vivenciar a "sensação de viver usando o inglês".

Capítulo 4

Consciência do "inglês que realmente funciona" mesmo fora da aula | O hábito ativo de produzir o idioma

"Inglês não é algo que se aprende só 'dentro da sala de aula'"

É o que diz Natsu. De fato, seu estilo de intercâmbio transformava não só as aulas, mas a própria vida cotidiana em um "campo de treino de inglês".

"Oportunidades de falar" são algo que você mesmo cria

Como era temporada de férias de verão, havia muitos estudantes japoneses de intercâmbio na escola, e as conversas em japonês tendiam a aumentar naturalmente. Mesmo assim, Natsu procurava, de forma consciente e deliberada, criar momentos para falar inglês.

"Mesmo nos intervalos das aulas, eu tentava conversar com os professores o máximo possível. Mesmo em uma conversa casual, usar imediatamente uma expressão aprendida na aula ajuda a fixar melhor na memória."

Além disso, depois das aulas, ela também se esforçava para usar o inglês fora da escola. Fazer pedidos em restaurantes, interagir com atendentes em shoppings, pedir informações a pessoas locais na rua — pequenas ações que se tornavam campos de prática.

"No começo, eu errava o tempo todo e sentia até vergonha. Mas, tentando repetidas vezes, a alegria de conseguir me comunicar acabou superando a vergonha. Quando conseguia me comunicar uma vez que fosse, já pensava 'vamos tentar de novo'."

De "aprender" para "usar". O momento em que o inglês se torna uma "língua viva"

Esse hábito diário de produzir o idioma se tornou uma excelente oportunidade de treino, permitindo testar imediatamente na prática o que aprendia nas aulas individuais.

Por exemplo, ao usar no mesmo dia, em uma conversa real, uma expressão aprendida na aula, ela sentia que "a expressão passava a sair naturalmente como palavra própria".

"Percebi que existe uma grande barreira entre 'saber' inglês e 'conseguir usar' inglês. Mas, tendo esse 'campo para experimentar', essa barreira vai ficando cada vez menor. Foi uma experiência difícil de conseguir no Japão."

Mesmo com muitos japoneses, dá para criar um ambiente de inglês com um pouco de esforço

Algumas pessoas sentem que "vieram para o exterior, mas não têm oportunidade de falar inglês", mas Natsu também analisou esse ponto com bastante clareza.

"No fim das contas, depende de cada um. Quem escolhe com quem e em qual idioma falar é você mesmo. Mesmo com amigos japoneses, criar um 'dia só de inglês' já vira um ótimo treino também."

Para desenvolver ao máximo a capacidade em inglês mesmo em um período curto, o ciclo de "aprender na aula → usar fora → confirmar de novo na aula do dia seguinte" é eficaz. Foram essas 4 semanas girando conscientemente esse ciclo que elevaram o inglês de Natsu a um nível "realmente funcional".

Capítulo 5

O aprendizado profundo obtido nas conversas com professores marcantes

O maior valor que se pode ganhar em um intercâmbio talvez não seja apenas o conhecimento de vocabulário e gramática, mas a experiência de "ter trocado sentimentos verdadeiros com alguém em inglês".

O que Natsu diz ter ficado mais marcado foram as aulas com dois professores em especial. Foi um tempo valioso que se conectou não só à evolução do próprio inglês, mas também à "forma de pensar" e à "coragem de falar".

Discussão com a professora May | O desafio de falar sobre questões sociais em inglês

"Nunca tinha tido a experiência de expressar minha própria opinião em inglês no Japão"

Foi assim que Natsu descreveu a aula individual com a professora May, que ela encarou com nervosismo no início. Na aula, além de aprender expressões em inglês, ela praticou colocar suas próprias ideias em palavras através de discussões sobre questões sociais.

"No começo, demorava para organizar minha opinião, e as palavras nem saíam, mas a professora esperava com paciência e me apoiava, e aos poucos fui conseguindo falar."

"A professora sempre me dizia 'quero ouvir sua opinião', e isso foi um grande incentivo para mim — depois de um mês, já consegui explicar minha posição em inglês também."

Através dessa experiência, nasceu em Natsu a consciência de que "o inglês não é apenas um idioma, mas uma 'ferramenta' para transmitir minhas próprias ideias".

Aula em grupo com o professor Jim | O hábito de pensar desenvolvido com o "Why?"

Outro professor que ficou muito marcado foi o professor Jim. Ele era responsável pela aula em grupo para iniciantes em inglês. O conteúdo era centrado principalmente em trocar opiniões em inglês sobre temas do cotidiano.

"Durante a aula, sempre que eu dava uma resposta pensando com esforço à minha maneira, o professor Jim respondia com 'Why?'. 'Por que você pensa isso?'"

No início, ela ficou confusa, mas, ao ser perguntada repetidas vezes com "Why?", desenvolveu naturalmente o "hábito de dar uma razão para suas próprias ideias".

"O fluxo de 'expressar uma opinião → pensar o motivo → explicar de novo' treinou não só minha capacidade em inglês, mas também meu raciocínio lógico. Acho que essa é uma habilidade útil para o futuro, além do próprio inglês."

Um mês em que ela se tornou "alguém capaz de expressar opinião em inglês"

O acúmulo dessas trocas com os professores se tornou a base da confiança de Natsu. Mais do que dizer "passei a conseguir falar inglês", a expressão mais adequada seria "deixei de hesitar em me expressar em inglês".

"Sou muito grata aos professores por me fazerem perceber que o mais importante não é a correção gramatical, mas tentar transmitir os sentimentos com sinceridade."

Essa "alegria de se comunicar" foi, sem dúvida, um elemento essencial que tornou o intercâmbio de Natsu ainda mais valioso.

Capítulo 6

Para quem vai fazer intercâmbio em breve | Por que até iniciantes podem se jogar com tranquilidade

"Será que eu, que não sei falar inglês, vou realmente conseguir acompanhar as aulas..." Antes do intercâmbio, Natsu também carregava essa ansiedade.

Mas, agora que terminou as 4 semanas de intercâmbio, ela diz com confiança:

"Mesmo sendo iniciante em inglês, não precisa se preocupar!"

Mais importante do que a capacidade em inglês é a "vontade de tentar falar"

Na 3D ACADEMY, há muitos alunos iniciantes em inglês, assim como Natsu. As aulas são divididas por nível, permitindo começar em um conteúdo adequado ao seu próprio nível, então ela raramente sentiu a sensação de "não conseguir acompanhar".

"Mesmo quando não entendo algo, o professor logo explica de outra forma, e muitas vezes usa gestos para me ajudar a entender. Acho que a coragem de dizer 'não entendi' é ainda mais importante."

A "postura de não temer o erro" influencia diretamente a velocidade do crescimento. Isso é algo que ela mesma sentiu com força durante o intercâmbio.

Professores gentis criam um "clima seguro para falar"

Um dos encantos da 3D ACADEMY é o clima amigável e acolhedor dos professores.

"Todo dia, o professor me recebia com um sorriso e um 'Good morning!', então logo me senti à vontade. A tensão do primeiro dia foi embora como se nem tivesse existido."

Nas aulas individuais, há bastante tempo para o professor ouvir com calma o que o aluno tem a dizer, permitindo aprender no próprio ritmo. "Mesmo que eu travasse na hora de falar, não precisava ter pressa. Todos os professores realmente acolhiam isso com paciência."

Um aplicativo de vocabulário próprio ajuda na revisão!

Para estudar inglês de forma eficiente, Natsu usava um aplicativo próprio de cartões de vocabulário. Ela anotava na hora as palavras e expressões que apareciam na aula, registrando-as imediatamente no aplicativo. Durante o trajeto até a escola, antes ou depois das refeições, em pequenos momentos livres, ela revisava para fixar na memória.

"Como dá para checar facilmente pelo celular, naturalmente criei o hábito de revisar. Guardando no aplicativo, funciona como um 'dicionário só meu', muito prático."

Se você está em dúvida, "primeiro, jogue-se de cabeça"

Por fim, para quem está pensando em fazer intercâmbio, Natsu deixou este conselho:

"Mesmo sem confiança no inglês, se você realmente quer conseguir falar, com certeza vale a pena ter coragem de vir. Ao chegar de fato no local, existe um ambiente onde 'não tem outro jeito a não ser tentar', e você vai crescer de um jeito que vai te surpreender."

Mais do que a capacidade linguística em si, ganhar a "sensação de que eu consigo" — talvez esse seja o verdadeiro valor da experiência de fazer intercâmbio.

Capítulo 7

O próximo passo para realizar o sonho | Intercâmbio no Canadá e a meta do TOEIC

Depois das 4 semanas de intercâmbio na ilha de Cebu, o que nasceu novamente dentro de Natsu foi o desejo de "aprender por mais tempo, de forma ainda mais séria".

E seu próximo objetivo é o intercâmbio no Canadá. Além disso, como preparação necessária para isso, ela já começou a estudar a sério para aumentar sua pontuação no TOEIC.

O "próximo estágio" que ela conseguiu enxergar depois do intercâmbio

"Para ser sincera, no começo minha vontade era só do tipo 'quero melhorar meu inglês, de qualquer jeito'. Mas, ao vir para Cebu, descobri a alegria de conseguir expressar minhas próprias ideias em inglês, e passei a querer 'aprender de forma ainda mais profunda'."

A experiência em Cebu deixou claro tanto os desafios reais quanto as possibilidades da sua capacidade em inglês. E, a partir daí, o que ela conseguiu enxergar foi um desafio ainda mais sério: o intercâmbio de idiomas no Canadá.

Uma pontuação alta no TOEIC é a chave para o intercâmbio no Canadá

Na faculdade de Natsu, existe um sistema em que o subsídio para intercâmbio no exterior depende da pontuação no TOEIC. Por isso, mesmo depois de voltar ao Japão, ela continua se dedicando aos estudos para o TOEIC.

"Com o intercâmbio, minha 'capacidade de falar' melhorou bastante, então agora estou treinando com foco em 'ouvir, ler e resolver questões'. Quero transformar o inglês na minha arma, para ampliar minhas oportunidades."

O sonho é conectar ao mundo um "espaço com café e brechó"

O motivo pelo qual Natsu aprende inglês não é apenas "querer conseguir falar". No fundo, existe um propósito que nunca mudou: "realizar um sonho".

Esse sonho é criar um espaço único, combinando sua paixão por café e roupas usadas. Ela gosta tanto de café que chega a dirigir longas distâncias nos fins de semana só para tomar um bom café. Em relação a roupas usadas também, ela tem seu próprio estilo e o desejo de comprar peças diretamente no exterior.

"Se eu souber inglês, posso escolher com meus próprios olhos, em qualquer lugar do mundo, roupas 'realmente boas' e colocá-las na minha loja. Seria incrível se, com esse espaço, eu conseguisse tornar o dia de alguém um pouco mais especial."

O que ela ganhou com o intercâmbio foi "capacidade de ação", mais do que "capacidade linguística"

Aprender inglês é, afinal, apenas um "meio" para o sonho. Mas essas 4 semanas em que ela se dedicou a sério a esse "meio" se tornaram um grande divisor de águas na vida de Natsu.

"Ao criar coragem e sair para o exterior, ganhei a sensação de que 'se eu tentar, eu consigo'. Isso hoje se conecta à minha confiança para dar o próximo passo."

Capítulo 8

Posfácio | Um "intercâmbio com objetivo", como o de Natsu, faz as pessoas crescerem

Natsu terminou seu intercâmbio curto, mas intenso, de 4 semanas na ilha de Cebu. Durante a entrevista, ela repetiu diversas vezes palavras positivas como "quero aprender mais" e "quero falar mais".

E, no fundo disso, não está o simples fato de aprender inglês, mas sim um propósito sólido: "o inglês como meio para realizar um sonho".

Quando existe um objetivo, a ação ganha significado

Assim como Natsu, muitos outros alunos vêm para a 3D ACADEMY com um objetivo claro. E o que esses alunos costumam ter em comum é que isso torna o intercâmbio ainda mais valioso.

"Quero abrir uma loja de café e brechó." Mesmo esse sonho, que à primeira vista parece só sobre moda, se torna uma visão realizável de "negócio conectado ao mundo" quando combinado com capacidade em inglês e sensibilidade internacional.

Quando existe um objetivo, uma hora de aula vira "preparação para o futuro", e até memorizar uma única palavra vira "um passo em direção ao sonho". Por isso, a qualidade do aprendizado durante o intercâmbio se aprofunda, e a velocidade do crescimento naturalmente acelera.

Intercâmbio não é uma "chegada", mas um "ponto de partida"

O que queremos transmitir através da história de Natsu é que "o intercâmbio de inglês pode se tornar um 'ponto de partida' para realizar um sonho".

Claro, não é necessário ter um objetivo perfeitamente definido antes do intercâmbio. Mas parar um momento para pensar "por que quero aprender inglês?" e "o que quero fazer usando o inglês?" certamente vai tornar o aprendizado futuro ainda mais significativo.

Aproxime o sonho de "algum dia" com a ação de "agora"

Não tenho confiança no inglês, talvez eu não consiga — Natsu também carregava essa ansiedade, mas hoje ela já avança em direção a um desafio ainda maior, dizendo "agora vou para o Canadá".

O importante é a coragem de dar o "primeiro passo".

Assim como aconteceu com Natsu, um pequeno passo pode mudar muito o futuro. Um lugar cheio dessas possibilidades é exatamente aqui, na 3D ACADEMY.

Experiências de Intercâmbio

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