Início > Galeria e Blog > Experiências de Intercâmbio > Com 1 mês de intercâmbio na Ilha de Cebu, ele passou a conseguir falar inglês|A “primeira experiência no exterior” do Ryuya
Student Voices

Com 1 mês de intercâmbio na Ilha de Cebu, ele passou a conseguir falar inglês|A “primeira experiência no exterior” do Ryuya

4 de outubro de 2017 Namu

Com 1 mês de intercâmbio na Ilha de Cebu, ele passou a conseguir falar inglês|A “primeira experiência no exterior” do Ryuya

Universitário do segundo ano, sua primeira vez no exterior — o mês em que desenvolveu a "capacidade de falar" inglês

O "destino de intercâmbio para falar" escolhido por um estudante de inglês: ilha de Cebu, 3D ACADEMY

Muita gente já pensou "algum dia quero ir para o exterior". Mas transformar esse desejo em ação de verdade não é algo tão simples.

Hoje apresentamos o relato de um mês em que Ryuya, universitário do segundo ano, se desafiou pela primeira vez com um intercâmbio no exterior. Sua área é Literatura Anglo-Americana. Ele já aprendia a ler e escrever em inglês na faculdade, mas não tinha "confiança para falar inglês" — e foi para resolver esse desafio que ele escolheu a escola de idiomas 3D ACADEMY, na ilha de Cebu.

Sua primeira vida no exterior, todas as aulas em inglês, e dias inteiros falando inglês. Será que dá para desenvolver a capacidade em inglês mesmo em pouco tempo? Dá para aproveitar mesmo sendo o primeiro intercâmbio? Trazemos aqui a voz real sobre a vida local, as aulas, os encontros com amigos, e como ele mudou depois do intercâmbio.

Para quem está em dúvida sobre fazer intercâmbio, ou tem receio de que um período curto não traga resultados, este relato certamente vai te dar um empurrãozinho.

Realizando, no segundo ano da faculdade, o desejo de "algum dia ir para o exterior"

"Quero conseguir falar inglês", "quero ter contato direto com culturas estrangeiras" — Ryuya tinha esses desejos, mas não conseguia dar o primeiro passo. Ele estava matriculado no curso de Literatura Anglo-Americana, vivendo dias dedicados à base do inglês e à literatura americana e britânica. Além disso, em seu grupo de estudos, ele se dedicava a um campo de linguística, tendo bastante contato com o lado estruturalmente interessante do idioma, como a entonação e o significado da ordem das palavras em frases em inglês.

Mas, por mais conhecimento que ganhasse nas aulas, Ryuya sentia a barreira de "não ter, na prática, capacidade de falar inglês". "Ler e escrever dá para aprender na faculdade. Mas achei que a capacidade de falar só se desenvolve mudando de ambiente", ele conta.

Foi nesse contexto que surgiu a opção do intercâmbio no exterior. Países como Estados Unidos e Reino Unido também eram candidatos, mas o peso financeiro era grande, tornando a barreira alta para uma primeira ida ao exterior. Pesquisando mais, ele encontrou o intercâmbio de idiomas na ilha de Cebu, Filipinas.

"Tem muitas aulas individuais, e o custo é mais controlado. Mais do que tudo, senti que era 'fácil de encarar mesmo sendo a primeira vez no exterior'." O fator decisivo final foi a recomendação de uma veterana de uma amiga. Essa veterana, que já tinha estudado lá de fato, recomendou dizendo "a 3D ACADEMY é um lugar tranquilo para estudar", o que o encorajou a decidir pelo intercâmbio. Assim, começou seu intercâmbio curto de 1 mês, aproveitando as férias de primavera do segundo ano da faculdade.

A vida de intercâmbio na 3D ACADEMY

O motivo pelo qual Ryuya conseguiu decidir pelo intercâmbio nas Filipinas foi, sem dúvida, o baixo custo e o ótimo custo-benefício! Comparado a um intercâmbio nos Estados Unidos ou Reino Unido, o custo de estadia era bem menor, e, com as aulas individuais, ele teria muito mais oportunidades de falar inglês — esse foi o fator decisivo. E foi através da veterana de um amigo que ele conheceu a 3D ACADEMY, decidindo fazer seu intercâmbio nesta escola.

O curso de Ryuya foi o ESL. O período foi de 4 semanas. A seguir, a entrevista com Ryuya!

— Desta vez foi um intercâmbio curto de 1 mês. Como foi?

Olhando para trás, passou rápido! Como era minha primeira vez no exterior, acho que foi um período bem na medida certa. Se o intercâmbio fosse mais longo, talvez eu tivesse perdido o ritmo no meio do caminho.

A realidade do primeiro mês no exterior | Como foi a ansiedade sobre inglês, segurança e comida?

Para Ryuya, esse intercâmbio na ilha de Cebu foi sua primeira experiência no exterior na vida. Antes de partir, além da empolgação, havia também muita ansiedade, especialmente em relação à segurança e à comida.

"Diferente do Japão, eu tinha receio de que usar o celular na rua pudesse ser perigoso. No começo, eu tentava ao máximo não tirar o celular quando estava fora."

Mas, ao chegar de fato no local, ele conta que a realidade foi um pouco diferente do que imaginava. Claro que os cuidados mínimos são necessários, mas ele não sentiu uma ansiedade a ponto de precisar de cautela excessiva. "Havia muitos filipinos amigáveis ao redor da escola, e, sem perceber, comecei naturalmente a conversar com eles. No final, algumas pessoas até me tratavam como 'amigo', o que passou uma impressão bem calorosa."

Outra preocupação era a comida. Antes do intercâmbio, ao ver comentários dizendo que "a comida das escolas de idiomas nas Filipinas não é boa", Ryuya trouxe do Japão, por precaução, um pacote grande de furikake. Mas...

"A comida da 3D ACADEMY era realmente gostosa (risos). No fim, nunca usei o furikake nenhuma vez." O que mais o marcou foi a fala de um amigo que já estava no seu terceiro intercâmbio nas Filipinas: "A comida desta escola é a melhor que já comi até agora." Essa fala o fez sentir o cuidado da 3D com a alimentação.

Ainda assim, ele deu uma dica.

"Teria sido bom ter trazido um molho para salada japonês. Também vende aqui, mas é caro."

No início do intercâmbio havia uma certa ansiedade, mas, ao viver de fato a experiência, mesmo sendo sua primeira vez no exterior, Ryuya sentiu que foi "mais confortável do que imaginava". Talvez isso tenha criado a segurança necessária para se concentrar no inglês.

Desenvolvendo a "capacidade de falar" com aulas focadas em atendimento individual | O que é o curso ESL?

Ryuya escolheu o curso ESL (inglês geral), o curso clássico e mais popular da 3D ACADEMY. As aulas eram 7 por dia, sendo 4 individuais e 3 em grupo. "Para mim, que queria justamente praticar 'falar' inglês, esse estilo focado em aulas individuais foi realmente ótimo."

Aulas em grupo: gentis mesmo para iniciantes, com recursos para aprender se divertindo

Nas aulas em grupo, muitas incorporavam música e jogos para iniciantes em inglês. "No início eu estava um pouco nervoso, mas, cantando e usando gestos, naturalmente comecei a sorrir, e a resistência ao inglês foi desaparecendo."

Além disso, na aula de "inglês para turismo", que ensina inglês útil para a vida real, também houve role-plays em que os alunos se dividiam entre recepcionista de hotel e hóspede. Através da repetição de conversas práticas, como o check-in ou o atendimento em situações de problema, ele conta ter desenvolvido naturalmente expressões que realmente funcionam.

Aulas individuais: um lugar para superar dificuldades, um tempo de percepções profundas

Nas aulas individuais, ele estudava de forma equilibrada gramática, leitura, fala e pronúncia. O que mais o marcou foi a aula sobre o uso correto dos tempos verbais (tense).

"Percebi que expressões que eu usava por 'achar que era assim' na verdade estavam erradas. O professor me ensinou com cuidado, e conseguir entender pelo 'significado e pela regra', em vez de apenas pelo sentimento, fez uma grande diferença."

Ao falar inglês, às vezes não conseguimos falar bem ou a expressão que queríamos não sai. Mas os professores da 3D eram muito atenciosos, criando um clima em que dava para perguntar quantas vezes fosse necessário, o que trouxe muita tranquilidade.

"Sem deixar dúvidas de lado, dá para perguntar de verdade. Foi esse tipo de ambiente que fez com que eu desenvolvesse um 'inglês que realmente funciona' mesmo em pouco tempo."

Através das trocas nas aulas, foi nascendo aos poucos a sensação de "eu também consigo falar", e, na segunda semana, a resistência a falar inglês já era praticamente zero.

O aprendizado continua depois das aulas | Usando o inglês ao máximo com autoestudo, tarefas e viagens de fim de semana

A vida na 3D ACADEMY continuava "imersa em inglês" mesmo depois do fim das aulas. Para Ryuya, o tempo depois das aulas era um "momento importante para fixar o que tinha aprendido".

"Eu reorganizava à noite, em um caderno, as palavras e expressões que apareciam nas aulas, e tentava usá-las à minha maneira. Também fazia redações usando as palavras aprendidas, e revisava gramática. Sempre fazia direitinho as tarefas que os professores passavam."

Em vez de apenas memorizar palavras, Ryuya se dedicava conscientemente a "conseguir usá-las como suas próprias palavras". Essa postura parece ter sido a chave para tornar o intercâmbio produtivo mesmo em um período curto.

Os encontros com amigos se tornam um espaço de aprendizado

Além dos estudos, a interação com os amigos também foi uma grande experiência para Ryuya. Em especial, ele logo se aproximou dos "colegas de turma" (alunos que entraram na mesma semana), passando muito tempo juntos depois das aulas e nos fins de semana.

"Fiquei realmente amigo dos meus colegas de turma. Todo dia, depois das aulas, a gente falava 'para onde vamos?'" Houve muitas ocasiões em que ele conversava em inglês não só com japoneses, mas também com estudantes de intercâmbio de Taiwan e Coreia, e ele relembra ter sentido de verdade a sensação de "usar o inglês para se comunicar".

O fim de semana é a chance de turismo × conversação prática em inglês

Nos fins de semana, ele fazia turismo ativamente pela ilha de Cebu. Visitou Oslob (tubarão-baleia), a ilha de Sumilon, a ilha de Mactan, entre outros lugares com clima de resort. "Mesmo durante as viagens, situações como perguntar o caminho, fazer pedidos em lojas, chamar um táxi — tudo isso naturalmente exigia usar o inglês."

A interação com os locais exige um inglês prático um pouco diferente das conversas em sala de aula. Justamente por isso, ele diz ter conseguido aproveitar essas ocasiões como "chance de testar o inglês aprendido".

"A conversa com os professores era estudo de inglês; a conversa com os locais era 'prática'. Aprendi com ambos, mas de formas diferentes."

De "aprender inglês" para "viver em inglês". As viagens de fim de semana também se tornaram um espaço de aprendizado importante para Ryuya.

Conselhos para quem vai fazer intercâmbio em breve | Não tenha medo de errar, seja proativo!

Ao perguntarmos a Ryuya, que terminou o intercâmbio de um mês na ilha de Cebu, "você tem algum conselho para quem está pensando em fazer intercâmbio?", a resposta que veio foi bem simples e prática.

"O que você não entender, pergunte na hora, sem falta. Não precisa se acanhar!"

Durante as aulas de inglês, especialmente nas individuais, há muitos momentos de "entendo mais ou menos o que o professor está dizendo, mas não tenho certeza...". Mas, se você hesitar em perguntar de novo nesses momentos, essa "vaguidão" vai se acumulando, e você pode acabar perdendo o fio de todo o conteúdo da aula.

"Todos os professores da 3D são realmente amigáveis, e não fazem cara feia mesmo quando você pergunta várias vezes. Por isso, assim que pensar 'não entendi', pergunte na hora. Se você criar esse hábito, vai ficar tudo bem."

Como conselho sobre o dia a dia, ele disse: "vale a pena trazer molho para salada (risos)".

"A comida da 3D era gostosa. Mas só o molho para colocar na salada pode deixar a desejar se você está acostumado com o sabor japonês. Dá para comprar molho japonês por lá também, mas é caro, então recomendo trazer um tamanho pequeno do Japão."

Inglês não é só "dentro da sala de aula". Saia e use de verdade!

Outro ponto que Ryuya enfatizou foi a importância de "sair e usar o inglês". "Não significa que você tem que sair para se divertir sem parar. Mas, ao usar o inglês no mundo lá fora, você entende muito bem o seu próprio nível."

De fato, há oportunidades por toda a cidade para testar as expressões aprendidas nas aulas — fazendo pedidos em restaurantes, perguntando o caminho, conversando em mercados. "Dá nervoso, mas, tentando uma vez, acaba dando certo mais do que se espera. Acho importante acumular essas 'experiências de sucesso em inglês' aos poucos."

Por fim, Ryuya diz que "intercâmbio não é algo só para pessoas especiais". "Mesmo não sendo bom em inglês, mesmo nunca tendo ido ao exterior, se você tentar, dá certo, e é muito mais divertido do que se imagina. Por isso, quero que as pessoas deem esse passo."

A sensação real de se aproximar de "alguém que fala inglês" | As mudanças e o futuro que esse mês trouxe

Mesmo em um período limitado de um mês, Ryuya sentiu de verdade uma mudança na sua capacidade em inglês. "A partir de meados da primeira semana, comecei a me acostumar com o inglês, e na segunda semana teve um momento em que pensei 'ah, acho que já estou conseguindo falar'." Claro que ele não passou a falar perfeitamente, mas o principal resultado foi "a resistência a falar ter desaparecido".

O momento em que o intercâmbio deixou de ser "estudo" e virou "experiência"

Ele fazia o input das expressões em inglês nas aulas, produzia através das tarefas depois das aulas, e as usava de fato nas saídas de fim de semana. Ao continuar esse ciclo por um mês, o inglês, que era apenas "estudo", se transformou, dentro de Ryuya, em uma "ferramenta que realmente funciona".

"Percebi que inglês não é uma matéria, é uma língua de verdade. Fico feliz quando consigo me comunicar, e, quando consigo entender o que o outro diz, sinto como se meu mundo tivesse se ampliado."

Através desse intercâmbio, a motivação de Ryuya em relação ao inglês cresceu ainda mais, e hoje ele busca ativamente oportunidades de usar o idioma até na sua vida universitária. "O próximo passo é: quero ir para o exterior de novo, através de uma organização voluntária da faculdade. Mesmo que não seja no formato de 'intercâmbio', quero criar mais oportunidades de me desafiar com algo usando o inglês."

No futuro, o objetivo é "trabalhar usando inglês"

"Meu sonho futuro ainda está em construção", diz Ryuya, mas dentro dele já nasceu uma visão, ainda vaga, de "trabalhar usando inglês".

"Com essa experiência, foi muito importante conseguir pensar 'eu também consigo, se tentar'. Seria interessante trabalhar usando inglês, interagindo com pessoas de vários países."

Certamente, esse é um desejo que nasceu exatamente por causa da "alegria de se comunicar" e da "sensação real de ser entendido" que ele ganhou neste intercâmbio.

Posfácio: o encontro com um novo eu, além do primeiro passo

A experiência de 1 mês de intercâmbio de Ryuya não trouxe apenas melhora na capacidade em inglês, mas se tornou uma oportunidade de ampliar suas próprias possibilidades. Primeira vez no exterior, primeiro intercâmbio, primeira aula individual. Justamente por tudo ser "primeira vez", havia muito o que absorver, e os dias foram intensos e completos.

A experiência na ilha de Cebu certamente vai influenciar sua vida universitária daqui para frente, e também suas escolhas de carreira no futuro. Para todos que desejam "conseguir falar inglês", o relato de Ryuya é uma história que dá coragem, mostrando que "talvez eu também consiga".

Experiências de Intercâmbio

Viva também a sua experiência de intercâmbio na 3D ACADEMY.

A consultoria sobre escolha de curso, valores e datas é totalmente gratuita. Normalmente respondemos em 1 a 2 dias úteis.