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“O sonho das relações internacionais começou aqui”: as 6 semanas de intercâmbio do Zack em Cebu

14 de novembro de 2017 Namu

“O sonho das relações internacionais começou aqui”: as 6 semanas de intercâmbio do Zack em Cebu
Capítulo 1

Não é só inglês. O verdadeiro motivo pelo qual Zack decidiu fazer intercâmbio

Zack é atualmente aluno do primeiro ano de uma faculdade voltada para estudos internacionais, caracterizada por aulas ministradas em inglês. Ele está em um ambiente privilegiado, com turmas pequenas e a maioria dos professores sendo falantes nativos.

Originalmente, ele se dedicava aos estudos para tentar entrar em uma universidade renomada de Tóquio, mas acabou reprovado. Chegou a considerar tentar de novo no ano seguinte, mas decidiu que "em vez de usar um ano inteiro só estudando para o vestibular, tem mais valor entrar na universidade em que já foi aprovado e acumular experiências", e assim decidiu ingressar na faculdade atual.

Olhando para trás hoje, Zack diz que essa escolha "não estava errada".

"Se eu tivesse entrado em uma universidade de Tóquio, talvez eu estivesse vivendo uma vida universitária mais comum. Mas sinto que o ambiente que tenho agora combina mais comigo."

Assim que entrou na faculdade, ele já começou a pensar em "como aproveitar ao máximo esse ambiente de inglês".

Ele queria desenvolver, o mais rápido possível, uma capacidade prática de inglês diretamente ligada ao futuro, e não apenas às aulas. Foi enquanto esse desejo crescia que as palavras de veteranos que ele admirava se tornaram o divisor de águas.

Capítulo 2

"O verão do primeiro ano da faculdade é decisivo" O conselho de veteranos que ele admira

O que levou Zack a decidir fazer intercâmbio foi a presença de veteranos que conheceu na faculdade. Ao conversar sobre carreira futura e intercâmbio, quase todos disseram a mesma frase:

"Se você quer melhorar seu inglês, o melhor é fazer intercâmbio já no verão do primeiro ano da faculdade."

Todos eles já tinham feito intercâmbio de idiomas na ilha de Cebu, nas Filipinas, e voltaram com uma evolução real e significativa no inglês. Ao vê-los participando ativamente das aulas da faculdade e conseguindo discutir em pé de igualdade com estudantes estrangeiros, Zack sentiu uma forte admiração.

"Não era 'porque ainda sou calouro', mas sim 'justamente agora que sou calouro' que eu deveria fazer intercâmbio — foi isso que senti."

O que mais o marcou foi a frase: "o intercâmbio faz mais sentido quando você vai no momento em que realmente quer ir". Justamente por poder aprender algo diretamente ligado ao que é necessário e ao que interessa naquele momento da vida, o ganho é maior — ao ver essa postura dos veteranos, a decisão de Zack se firmou.

Mas, para de fato colocar isso em prática, havia uma grande barreira a superar: a questão do custo e a oposição dos pais.

Capítulo 3

Superando, com sua própria vontade, a oposição dos pais e a barreira do custo

Assim que decidiu fazer intercâmbio, Zack se deparou imediatamente com uma barreira bem real: o custo e a compreensão da família.

Embora o intercâmbio nas Filipinas seja relativamente acessível comparado a outros países, somando passagem aérea, mensalidade e custo de estadia, definitivamente não é um valor baixo. Na família de Zack, disseram que "seria difícil bancar o custo do intercâmbio", e ele também foi fortemente desencorajado, com o argumento de que "é perigoso, por isso somos contra".

Mesmo assim, Zack não desistiu.

Ele trabalhou de meio período para economizar o dinheiro aos poucos, coletou informações conversando com conhecidos que já tinham feito intercâmbio, e conversou com os pais repetidas e repetidas vezes.

"No começo, eles simplesmente não me davam ouvidos. Mas eu queria muito ir, então tomei coragem e comprei a passagem aérea primeiro, por conta própria."

Essa "atitude realmente séria" finalmente comoveu o coração dos pais.

"Se você está tão determinado assim, não temos escolha a não ser apoiar."

Os pais, que a princípio eram completamente contra, foram gradualmente mudando para um modo de apoio conforme a data da viagem se aproximava. Ajudaram a arrumar as malas, passaram a se preocupar com questões de segurança — e isso se tornou um grande suporte emocional para Zack.

Capítulo 4

A chegada à 3D ACADEMY. O fator decisivo foi o "equilíbrio entre qualidade e preço"

Ao começar de fato a escolher o destino do intercâmbio, o que Zack mais valorizou foi o "custo-benefício" e a "qualidade das aulas".

Como já tinha ouvido repetidas vezes de veteranos e pessoas com experiência de intercâmbio que "a ilha de Cebu, nas Filipinas, tem um ambiente prático excelente para falar inglês, além de oferecer muitas aulas individuais eficazes", o destino do intercâmbio naturalmente se concentrou em Cebu.

Ainda assim, existem muitas escolas de idiomas na ilha de Cebu. Entre elas, a que lhe foi recomendada foi a 3D ACADEMY.

"Ao conversar com alguém que conhece bem sobre intercâmbio, me recomendaram: 'na 3D, a qualidade das aulas é alta e o preço é justo'."

Mesmo comparando com outras escolas, o custo era extremamente acessível. E, além disso, havia o curso 5 Man to Man (5MTM), com 5 aulas individuais por dia, que combinava perfeitamente com o desejo de Zack de "garantir o máximo possível de tempo falando".

Como já estava acostumado, na faculdade, com aulas em formato de discussão em grupo, Zack tinha um forte desejo de "focar em instrução individual" neste intercâmbio, e decidiu que "as aulas em grupo não eram necessárias".

"Nas aulas em grupo, o ritmo é ajustado para todo mundo, então muitas vezes sinto que fica um pouco insatisfatório. Por isso, desta vez, eu queria falar inglês ao máximo, um a um."

O período de intercâmbio foi de 6 semanas — não muito longo, mas, segundo ele, foi justamente por isso que ele se dedicou a criar um "ambiente de aprendizado intenso".

Capítulo 5

A capacidade em inglês desenvolvida nas aulas individuais. O encontro com os professores se tornou um grande patrimônio

Ao chegar à ilha de Cebu, nas Filipinas, finalmente começou o intercâmbio de idiomas na 3D ACADEMY. O curso escolhido por Zack, "5MTM (5 aulas individuais por dia)", era uma grade completa, imersa em inglês todos os dias, da manhã até o fim da tarde.

O conteúdo das aulas era estruturado de forma equilibrada da seguinte maneira, elevando a capacidade em inglês de Zack de modo abrangente.

Gramática (usando o material de referência japonês que ele trouxe) Correção de pronúncia (orientação detalhada sobre como produzir os sons e a posição da boca) Leitura (praticando entonação e ênfase nas expressões) Escrita (checagem da estrutura das ideias e de erros gramaticais) Role-play (prática de conversação real, incluindo preparação para entrevistas)

"O professor usava diretamente o meu material de referência para dar a aula, e isso foi muito fácil de entender. Ele ensinava de um jeito que dava para entender mesmo sem explicações de gramática em japonês."

Como professores que mais o marcaram, ele citou os nomes da professora Ishi e da professora Riza.

As palavras da professora Ishi ficaram marcadas no coração

Zack tem, por natureza, uma personalidade muito curiosa, e às vezes acaba ficando ansioso por ter coisas demais que quer fazer. Para ele, as palavras que a professora Ishi lhe disse continuam vivas até hoje.

"Não precisa ter pressa. Pode ir avançando aos poucos, no seu próprio ritmo."

Zack diz que não sabe medir o quanto essa frase o ajudou. Ele conta que receber conselhos que serviram de apoio emocional, além do próprio inglês, é algo que só é possível justamente nas aulas individuais.

Com a orientação da professora Riza, ele desenvolveu um "inglês que realmente funciona"

Nas aulas com a professora Riza, ele também praticou role-plays reais de entrevista de emprego. Mesmo nas partes em que Zack não conseguia responder bem, ela dava um feedback cuidadoso e detalhado.

"Conselhos como 'se você disser assim, fica mais natural' ou 'falando com essa postura, causa uma impressão melhor' eram muito precisos. Isso também me deu confiança."

Assim, indo muito além de um simples "treino de conversação", Zack também desenvolveu uma habilidade prática de "como se expressar em inglês".

Capítulo 6

O crescimento sentido ao aprender inglês "usando e memorizando"

Mesmo em um período curto de 6 semanas, Zack sentiu um crescimento real. O que mais mudou foi "a resistência a falar inglês desaparecer".

"Em conversas do dia a dia, já estou tranquilo. Consigo entender o que a outra pessoa diz, e também consigo expressar minhas próprias ideias."

Por trás disso está um estilo de aprendizado que ele mesmo manteve conscientemente.

Expressões que chamaram atenção: pesquisar na hora, usar na hora

O que Zack adotou foi um método simples: "assim que algo chama atenção, pesquisar na hora e tentar usar no mesmo dia".

Por exemplo, anotar uma expressão em inglês ouvida durante a aula ou no dia a dia, pesquisar o significado à noite, e usar de fato na aula do dia seguinte. Repetindo isso, o inglês foi se fixando cada vez mais dentro dele.

"As expressões que eu mesmo pesquisei ficam mais fáceis de lembrar. E, ao usar de verdade, também vou entendendo a sensação de como usá-las."

Esse método de aprendizado "de output imediato" combina perfeitamente com as aulas individuais. Como dá para confirmar na hora com o professor qualquer dúvida que surgir, tanto a precisão quanto a velocidade da compreensão aumentam muito.

Percepções além da "capacidade em inglês" conquistadas com o intercâmbio

O que Zack ganhou não foi apenas capacidade em inglês.

"Minha forma de encarar as aulas mudou. Passei a aproveitar mais o 'aprender em inglês' do que antes."

A sensação real de conseguir usar o inglês não mais como "conhecimento para provas", mas como "ferramenta para expandir minhas próprias possibilidades" — talvez esse tenha sido o maior resultado para Zack.

Capítulo 7

Os próximos desafios são Canadá e Dinamarca. A visão ampliada e a continuação do sonho

Através do intercâmbio nas Filipinas, Zack conquistou tanto capacidade em inglês quanto confiança. Mas seu desafio não termina por aqui.

Atualmente, Zack está planejando tirar um ano de afastamento da faculdade no terceiro ano, e ainda fazer intercâmbio em mais dois países.

Primeiros 6 meses: aprendizado de idioma e experiência de vida local no Canadá Últimos 6 meses: intercâmbio em uma escola da Dinamarca voltada para aprender "o que é viver"

"Como consegui desenvolver a 'capacidade de falar' nas Filipinas, agora quero usar isso e me desafiar em um ambiente ainda mais autêntico. Em especial, a escola da Dinamarca é um lugar que pensa mais sobre 'a vida' do que sobre educação em si, e isso me interessa muito."

O "eixo pessoal" que ele descobriu ao entrar em contato com o mundo

Durante sua estadia em Cebu, Zack também interagiu ativamente com pessoas que não eram japonesas. Conversando em inglês repetidas vezes com costa-riquenhos, filipinos, coreanos e pessoas de diversas outras nacionalidades, ele diz ter percebido a importância da "postura de tentar se comunicar" e da "coragem de dar o primeiro passo".

"Se você consegue dizer a primeira palavra, com certeza existe um mundo novo depois dela. Senti isso na pele."

Para expandir o próprio mundo, só resta se mover por conta própria. E o que apoiou esse primeiro passo foi justamente a ferramenta chamada "inglês" e o ambiente do intercâmbio.

Para transformar o sonho futuro em realidade

No futuro, o que Zack busca é atuar na área de relações internacionais, em um trabalho que conecte pessoas e países. Para realizar esse sonho, o intercâmbio nas Filipinas se tornou um primeiro passo sólido.

"Quero conhecer ainda mais culturas diferentes, entrar em contato com diversos valores, e aprofundar meu próprio pensamento. Tenho certeza de que isso vai ser útil tanto para o trabalho futuro quanto para a vida."

Capítulo 8

A força para conquistar sonhos pode ser desenvolvida por você mesmo

Em um período curto de 6 semanas de intercâmbio, o que Zack ganhou foi imenso e profundo demais. Capacidade em inglês, é claro, mas também compreensão de outras culturas, a percepção do próprio potencial, e a sensação real de que "se você agir, o futuro muda".

"Conquistar, com o próprio esforço, o que eu realmente quero fazer — foi esse jeito de viver que aprendi neste intercâmbio."

Zack se dedicava ativamente a "usar" as expressões e frases em inglês que aprendia durante o intercâmbio, produzindo ativamente. Pesquisar imediatamente uma palavra que chamava atenção e usá-la na aula do dia seguinte — essa repetição desenvolveu não só a capacidade em inglês, mas também "a força de aprofundar o próprio aprendizado sozinho".

E houve mais um grande ganho: a "confiança".

"Quando eu mesmo tomo a iniciativa de falar com alguém, um novo cenário se abre. Sinto de coração que valeu a pena ter agido."

Para você que está pensando em fazer intercâmbio

Se você, que está lendo isso agora, pensa "será que eu consigo", lembre-se das palavras de Zack.

Sem dinheiro suficiente, sem tempo, mesmo com a oposição dos pais — existe aqui alguém que se moveu, se preparou, convenceu os outros e deu um passo à frente por conta própria.

O mais importante não é uma preparação perfeita, mas o sentimento de "quero ir", "quero tentar", e agir com sinceridade em relação a esse sentimento.

A história de Zack nos ensina que esse único passo pode mudar o futuro.

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